1ª Dinâmica – O que você entende por?
Mostrando diversas figuras e pinturas modernistas, os chanichim deverão descrever o que entendem em cada uma, explicando-as de modo simplificado. A melhor explicação para cada figura vale um chocolate.
Figuras: imagens não nítidas, pinturas modernistas (levar suas explicações reais) e símbolos do shomer (cada parte do semel e da chultzá, alô kavod, moatzá)
Objetivo: Começar a peolá brincando, e depois vira um desafio aos chanichim de exlpicarem uns aos outros alguns símbolos do shomer.
2ª Dinâmica – Comprando balinhas
O madrich levará notas de dinheiro falso, com valores muito altos e muito baixos. Colocará as notas de cabeça para baixo, e cada chanich pegará uma nota. De acorodo com o valor de suas notas, alguns chanichm receberão 1 ou 2 balas, e outros receberão muitas. Foi justa a divisão? Quem tem a maior nota deve mesmo receber mais? Falar de menuchá. É mais justo assim? Por quê? Poderia ser melhor? Juntar todo o dinheiro e as balas. Explicar kupá. A kupá é justa? É uma boa idéia ou não tem sentido? Por quê?
Objetivo: Explicar e discutir práticas shômrcas. Ver a opinião dos chanichim, e o interesse deles.
3ª Dinâmica – Jogo da memória
O madrich colocará varias peças de um jogo da memória no chão, e os chanichim jogarão normalmente. Cada figura ou palavra shômrica fará par com sua explicação escrita. Bandeiras e símbolos conhecidos (foice e martelo, bandeira americana, figa, etc) também serão peças do jogo e terão suas explicações. O jogo deverá ser completado em 2 minutos, e se o chanich pegar um par errado, ele se fudeu e fudeu o jogo!
Objetivo: Passar a limpo na cabeça dos chanichim os símbolos e tradições shômricos, esclarecendo as dúvidas finais e relembrar um a um. Ensinar significado de símbolos conhecidos.
4ª Dinâmica – Madrich diabo
O madrich conta a história de um homem que nasceu predestinado a cuidar de uma porta. Órfão desde pequeno, foi criado pela família real de um país muito rico. Seu dia, de manhã até de noite, era ficar em frne de uma porta de ouro, imensa, com a única chave no bolso e impedindo qualquer um de entrar. Sua gratidão pelo rei era tanta que ele abriu mão de sua vida para cuidar da porta. Não tinha tempo para o estudo, e conforme ia crescendo, continuava sem conhecer garotas. Muitas guerras se passaram, o rei morreu e se filho assumiu. Ninguém sabia o que havia no quarto, e o novo rei era muito curioso. Ofereceu dinheiro, mulheres, mansões e castelos por todo reinado, mas o homem estava decidido a cuidar daquele misterioso quarto. Tudo que ele sabia eram as sábia palavras do falecido rei: “o que eu guardo nesse quarto vale mais que minha vida, mais que este reinado e que minha família”. Aos 55 aos, o homem procurava um sucessor, via sua vida chegando ao fim, e queria saber no que investiu todo seu tempo. Abriu a porta imensa, e com um lampião vasculhou cada canto da sala: livros e mais livros, com histórias dos antepassados do rei. Escudos e espadas, bandeiras e lembranças de guerras vencidas e perdidas. A coroa do avô do rei, o vistido de uma bisavó. Jóias, quadros e talheres que contavam a história de um povo, de mlhares de vidas, cujo valor era instimável. Após a descoberta, o homem percebeu que sua vida valeu a segurança do passado de outras milhares de vidas. Ele estava orgulhoso. Semanas depois, o rei e a nobreza fizerama maior proposta até então: dezenas de mulheres, um castelo, algumas fazendas e uma inestimável quantia de dinheiro para ele entregar a chave ao novo rei. Ele sabia que os objetos seriam vendidos, os livros esquecidos e a cultura perdida. Mas ele não via a hora de curtir, ao menos um pouco, a sua vida. Tinha a esperança de ter filhos, e queria algum descanso. O que ele deve fazer? Seus anos e anos como guardião valeram a pena? Ele deve continuar lá até sua morte e procurar um sucessor ou melhor viver bem seus anos restantes?
Objetivo: Discutir com os chanichim o valor da cultura. Vale mais que dinheiro? Que mulheres? Que uma vida?
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